Suíno: preços continuam caindo; principais praças produtoras do vivo têm desvalorização

As desvalorizações continuam a atingir o mercado de suínos nesta terça-feira (31). De acordo com análise do Cepea/Esalq, o atual cenário de quarentena e distanciamento social tem reduzido a demanda de restaurantes, escolas, hotéis e outros serviços de alimentação por carnes.
Assim, segundo informações do Cepea, o volume de negociação envolvendo suíno vivo, carnes e cortes já está menor, resultando em baixas significativas nos valores desses produtos.
Em São Paulo, de acordo com a Scot Consultoria, a queda na arroba do suíno CIF foi de 3,16%/2,04%, chegando a preços de R$ 92/R$ 96. A carcaça especial também teve desvalorixação, entre 2,63%/3,80%, caindo para R$ 7,40/R$ 7,60.
No caso do animal vivo, de acordo com informações do Cepea/Esalq, referentes a sexta-feira (30), o Paraná teve queda de 4,11%, chegando em R$ 5,13/kg, baixa de 2,60% em Minas Gerais, cotado em R$ 5,25/kg, redução de 1,55% em Santa Catarina, fechando em R$ 5,07/kg. No Rio Grande do Sul, a desvalorização foi de 1,17%, ficando em R$ 5,05/kg, e de 0,89% em São Paulo, com preço de R$ 5,56/kg.
Para o suinocultor independente, no Rio Grande do Sul a queda foi de 7,38% para quem vende o animal em esquema de bolsa, ficando cotado o quilo em R$ 5,02.
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