Suínos: animal vivo continua com preços em queda e produtor independente sofre

O mercado de suínos nesta quinta-feira teve, em sua maioria, quedas nas cotações. De acordo com análise do Cepea/Esalq, as baixas no mercado independente ocorrem por conta da procura desaquecida pela carne, que está inferior à oferta.
Em São Paulo, segundo a Scot Consultoria, houve queda de 1,69% no preço do quilo da carcaça especial, que ficou com valores entre R$ 5,90/R$ 6,10. Já a cotação da arroba do suíno CIF ficou estável em R$ 75/R$ 77.
No caso do animal vivo, de acordo com informações do Cepea/Esalq, referentes à quarta-feira (15), apenas o Paraná manteve preço estável de R$ 3,91/kg. Em São Paulo, a queda foi de 1,86%, chegando a R$ 4,21, baixa de 1,50% no Rio Grande do Sul, com preço de R$ 3,95/kg, desvalorização de 1,46% em Minas Gerais, fechando em R$ 4,06/kg e de 0,80% em Santa Catarina, cravando R$ 3,71/kg.
Na suinocultura independente, as principais praças produtoras registraram quedas e, no caso de São Paulo, não houve referência de preço nesta semana devido à falta de acordo com frigoríficos, segundo a Associação Paulista de Criadores de Suínos.
Em Minas Gerais, mesmo sem acordo, a sugestão de preços da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg) para negociação é de R$ 4,20/kg, abaixo dos R$ 4,40/kg praticados na semana passada.
No Paraná, o preço médio do suíno vivo independente passou de R$ 3,90 para R$ 3,70, de acordo com a Associação Paranaense de Suinocultores (APS), enquanto no Rio Grande do Sul, passou de R$ 4,50/kg para R$ 4,30/kg, conforme informou a Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS).
0 comentário
Frango/Cepea: Competitividade da carne de frango recua frente às concorrentes
Exportadores de proteína animal projetam US$ 45,5 milhões após a Sial China 2026
Raças nacionais de suínos ganham atenção como saída para segurança alimentar e produtos de valor agregado
Influenza aviária registra novos focos em granjas da Ásia
Sindiavipar reforça padrão sanitário da avicultura brasileira diante de exigências da União Europeia
Agro do Espírito Santo recorre a estrangeiros para suprir falta de mão de obra