Milho cai na B3 após início da colheita da segunda safra brasileira

Os preços do milho futuro perderam força na Bolsa Brasileira (B3) e aprofundaram suas perdas nesta quarta-feira (27). As principais cotações registravam movimentações negativas de até 1,47% por volta das 11h49 (horário de Brasília).
O vencimento julho/20 era cotado à R$ 45,00 com queda de 1,27%, o setembro/20 valia R$ 43,74 com baixa de 0,36% e o novembro/20 era negociado por R$ 46,21 com desvalorização de 1,47%.
De acordo com análise da Agrifatto Consultoria, com o milho segunda safra já sendo colhido no país, a oferta começará a aparecer de maneira mais sólida no mercado físico e as cotação já começaram a sentir os impactos disso, principalmente nas áreas onde a safra virá cheia.
Mercado Externo
Já a Bolsa de Chicago (CBOT) segue com movimentações restritas, mas levemente positivas para os preços internacionais do milho futuro nesta quarta-feira. As principais cotações registravam flutuações máximas de 1,25 pontos por volta das 11h44 (horário de Brasília).
O vencimento julho/20 era cotado à US$ 3,20 com valorização de 1,25 pontos, o setembro/20 valia US$ 3,25 com ganho de 1 ponto, o dezembro/20 era negociado por US$ 3,34 com elevação de 0,50 pontos e o março/21 tinha valor de US$ 3,46 com alta de 0,25 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros de milho registraram ganhos nominais nesta manhã depois de novas reduções nas projeções de produção da segunda safra brasileira e sendo sustados também por um progresso mais lento do plantio americano.
O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou ontem o seu relatório semanal sobre o progresso das culturas. No domingo, 88% da safra de milho do país havia sido plantada, o que estava um pouco abaixo das estimativas dos analistas de 90%, depois que grande parte do leste dos EUA passou a semana se recuperando de fortes chuvas e até inundando áreas do centro de Illinois.
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