Frango, ovo, milho e inflação em agosto de 2020 e na vigência do Real
Ainda que tenha obtido no mês significativo ganho de preço (+3,79%), o frango vivo não conseguiu igualar-se à inflação calculada pela Fundação Getúlio Vargas através do Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) que, em agosto passado, alcançou a marca dos 3,87% - aparentemente, o maior índice mensal da corrente década. Bem pior, porém, foi a situação do ovo que, no mês, perdeu 2,35% do valor médio alcançado em julho.
Porém, independentemente disso, os dois produtos perdem –feio! – do milho, cujos preços em agosto aumentaram perto de 14%, acumulando em 12 meses variação superior a 50%, índice extraordinariamente superior ao do frango vivo (+19%) e, sobretudo, do ovo (apenas meio por cento).
Mas as perdas se exacerbam na vigência do atual padrão monetário brasileiro, o Real, implantado em julho de 1994. Desde então, a inflação acumula variação próxima de 735% e o milho de 676%. Índices muitíssimos superiores aos do frango vivo (+550%), mas sobretudo do ovo, que em agosto registrou evolução de preços equivalente a, praticamente, metade do IGP-DI: 280%.
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