Mundo corre risco de cicatrizes econômicas se auxílio for removido cedo demais, diz Georgieva, do FMI

Países de todo o mundo correm o risco de enfrentar grandes falências e cicatrizes econômicas se o apoio fiscal e monetário utilizado para apoiar suas economias durante a crise atual for removido cedo demais, disse a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, nesta terça-feira.
"Somos muito claros na mensagem que estamos transmitindo para que não retiremos o apoio prematuramente", disse Georgieva em um evento online que marca o 125º aniversário da London School of Economics. "Se fizermos isso, corremos o risco de falências e desemprego em massa."
Georgieva disse que o Fundo Monetário Internacional não vê uma saída da crise atual no próximo ano, então a suspensão do serviço da dívida para os países pobres também deve ser mantida.
Ela disse que reformas tributárias são críticas para ajudar os países a cumprirem as obrigações de sua dívida, acrescentando que taxas de juros muito baixas e negativas podem ser úteis para ajudar as economias durante a pandemia, mas representam maiores riscos para os poupadores e o sistema bancário.
0 comentário
Bolsa chinesa recua com queda das ações do setor de tecnologia
Lula volta a ter vantagem numérica contra Flávio no 2º turno, ainda em empate técnico, mostra BTG/Nexus
Antes de reunião do Fed, Trump diz que EUA deveriam ter menor taxa de juros do mundo
Dólar sobe com mercado em busca de proteção antes de novas revelações do caso Master
Ibovespa recua na sessão com inflação nos EUA e caso Master no radar
Taxas dos DIs zeram perdas com receio de que fim do sigilo no caso Master atinja Flávio