Soja segue em alta em Chicago devido a estoques reduzidos nos EUA e atraso do plantio no BR

Os valores dos principais contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) continuam com força de alta na tarde desta quarta-feira (7), puxados pelo atraso no plantio da safra brasileira, estoques reduzidos da oleaginosa nos Estados Unidos e demanda firme nas importações do produto americano.
Às 11h26 (horário de Brasília), o vencimento Novembro/20 subia 7,75 pontos, chegando a US$ 10,51/bushel e avanço de 7,00 pontos no contrato Janeiro/21, valendo US$ 10,52/bushel.
De acordo com informações do site Farm Futures, as vendas dos sojicultores americanospermanecem fortes, já que o contrato futuro da soja para novembro de 2020 atingiu uma alta vista anteriormente em maio de 2018 - na véspera do início da guerra comercial.
"Todos os olhos estarão voltados para o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na sexta-feira (9). Os estoques da nova safra de soja serão inevitavelmente diminuídos no relatório devido aos estoques finais reduzidos de 2019 no relatório Trimestral de Grãos do USDA da semana passada. Mas o grande fator de mudança do mercado será se o Departamento atualizará ou não os níveis de produção de 2020 e, em caso afirmativo, em quanto", reportou Jacqueline Holland ao site.
Leia Mais:
+ Soja em Chicago segue com pressão de alta por estoques baixos nos EUA
+ Soja/EUA: exportadores relatam vendas de 152 mil toneladas para o mercado externo
0 comentário
NOPA: Esmagamento de soja dos EUA de junho supera expectativas e aumento de 16% no ano
Soja sobe mais de 10 pts em Chicago e volta aos US$ 12 por bushel, na esteira da dispara do trigo
Soja volta a se aproximar dos US$ 12 em Chicago com novas altas nesta 4ª feira (15)
Preços da soja caem no Brasil com baixa forte do dólar e negócios voltam a esfriar
Soja cai em Chicago nesta 3ª feira e preços acompanham movimento no Brasil com pressão adicional do dólar
Soja em Chicago: Preços recuam nesta 3ª feira (14), após atingirem picos de dois meses