Johnson & Johnson suspende testes de vacina contra coronavírus devido a doença inexplicável em voluntário

(Reuters) - A Johnson & Johnson suspendeu os testes clínicos de sua candidata a vacina contra coronavírus devido a uma doença inexplicável em um participante do estudo, adiando um dos esforços mais promissores para conter a pandemia global.
A medida vem cerca de um mês depois de a AstraZeneca também suspender testes clínicos de sua vacina experimental contra coronavírus, que usa uma tecnologia semelhante, devido ao adoecimento de um participante.
Na segunda-feira, a J&J disse que a doença está sendo investigada por uma comissão independente de monitoramento de dados e segurança, além dos médicos clínicos e de segurança do grupo norte-americano.
A empresa disse que tais pausas são normais em testes grandes, que podem incluir dezenas de milhares de pessoas.
Ela acrescentou que a "pausa de estudo" voluntária na administração de doses da candidata a vacina é diferente de uma "suspensão regulatória" imposta pelas autoridades de saúde.
Em setembro, a AstraZeneca interrompeu testes de estágio avançado de sua vacina experimental contra coronavírus desenvolvida com a Universidade de Oxford devido a uma doença inexplicável em um participante do estudo britânico.
Embora os testes da AstraZeneca no Reino Unido, Brasil, África do Sul e Índia tenham recomeçado desde então, seu teste nos Estados Unidos ainda está suspenso à espera de uma análise regulatória.
As vacinas da J&J e da AstraZeneca se baseiam no chamado adenovírus, um vírus modificado inofensivo que instrui as células humanas a produzirem defesas contra o vírus.
0 comentário
Dólar fecha no maior valor do ano e acumula alta de 9,15% na semana pós-eleição
Ibovespa tem pior semana desde a pandemia com ajustes pós-eleição
Taxas dos DIs encerram semana com altas acumuladas de mais de 250 pontos-base após vitória de Lula
Debate sobre ajuste fiscal esbarra em resistências de aliados de Lula na largada
Ações europeias recuam por preocupações com IA ao fim de melhor mês desde junho
Ibovespa recua com exterior reforçando ajuste negativo pós-eleição