Soja volta a subir em Chicago nesta 6ª feira com foco na demanda firme nos EUA

Os preços da soja voltam a subir na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (16). As cotações subiam, por volta de 8h10 (horário de Brasília), entre 5,25 e 7,25 pontos, levando o US$ 10,67 e o maio/21, US$ 10,46 por bushel.
"A demanda forte e o risco do La Niña para a safra da América do Sul são os principais fatores oferecendo suporte no momento", explica Steve Cachia, consultor de mercado da Cerealpar e da TradeHelp. "Os fundamentos do mercado de grãos seguem altistas", completa.
Somente nesta semana, as compras chinesas somam mais de 400 mil toneladas de soja no mercado americano e as notícias diárias das operações dão importante suporte às cotações.
O mercado acompanha com atenção também o avanço do plantio da soja no Brasil. As chuvas ainda são limitadas, mal distribuídas e de baixo volume, o que já promove um atraso considerável nos trabalhos de campo. De outra forma, a colheita nos EUA evolui bem e passa dos 60%.
A atenção fica por conta do mercado financeiro, da segunda onda do novo coronavírus e também da possibilidade de eventuais correções do mercado diante das recentes altas. "Claro que com níveis de preços em Chicago no melhor patamar dos últimos anos, sempre há risco de momentos de garantia de lucros, principalmente em véspera de final de semana", conclui o consultor.
Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira:
+ Soja fecha em campo misto na CBOT com vencimentos mais curtos favorecidos pela demanda
0 comentário
Preço da soja no Paraná é o maior em mais de 3 anos, aponta Cepea
Plantio de soja atinge 4,39% da área do Brasil e indica antecipação, diz Pátria AgroNegócios
Soja encerra semana com estabilidade em Chicago e consultoria alerta produtor sobre mercado invertido no Brasil
Plantio de soja em MT fica atrasado ante mesma época do ano passado, aponta Imea
Maior esmagamento de soja em MT eleva exportações de farelo em 10,26% e de óleo em 26,76%, diz Imea
Plantio de soja tem início com otimismo e expectativa de recuperação, afirma presidente da Aprosoja BR e MT