Milho abre 2021 registrando novo recorde de preço
O recorde de preço atingido pelo milho em 2020 – pico de R$86,00/saca no final de outubro, valor que, por sua vez, representou aumento de mais de 50% sobre o recorde anterior (pico de R$56,00/saca entre maio e junho de 2016) – já foi igualado, indicando que em janeiro corrente o grão deve registrar novo recorde de preço.
Pela média mensal, o pico de preços do milho ocorreu em novembro passado, ocasião em que, ao atingir os R$82,13/saca, apresentou aumento de mais de 75% sobre o mesmo mês do ano anterior.
No mês seguinte, surpreendentemente, apresentou o primeiro recuo de preços do semestre, com baixa de 6%. Mas antes mesmo de 2020 chegar ao fim retornou à faixa dos R$80,00/saca, valor que voltou a ser superado neste início de exercício.
Tomando como base as cotações de janeiro de 2018, os preços do milho acumulam, por ora, evolução de mais de 140%. Enquanto isso, frango abatido e frango vivo, que tem no milho sua principal matéria-prima, registram incremento de 96% e 67%, respectivamente.
Notar, neste último caso, que a variação obtida pelo milho correspondeu a quase o dobro da alcançada pelo frango vivo. Em decorrência, na atualidade, para adquirir o mesmo volume de milho de três anos atrás, o produtor necessita de um volume de aves vivas quase 45% superior.
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