Café: Nova York e Londres voltam a subir na abertura desta quarta-feira

A quarta-feira (13) abriu o pregão com valorização para as principais referências na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O mercado volta a operar com variações mais expressivas após encerrar o último pregão com estabilidade no exterior.
Por volta das 08h52 (horário de Brasília), março/21 tinha alta de 180 pontos, valendo 123,20 cents/lbp, maio/21 subia 180 pontos, negociado por 125,25 cents/lbp, julho/21 registrava alta de 175 pontos, valendo 127,10 cents/lbp e setembro/21 registrava alta de 180 pontos, valendo 128,95 cents/lbp.
"O volume de negócios não cresce porque as ideias de preços dos cafeicultores continuam bem acima dos preços oferecidos no mercado", destacou a última análise do Escritório Carvalhaes.
Operadores em Nova York seguem acompanhando as notícias da safra 21 do Brasil. De acordo com informações da agência Reuters, o Brasil deverá deverá produzir 52,9 milhões de sacas de 60 kg em 2021, 23% abaixo do recorde de 68,21 milhões de sacas visto em 2020, disse o Grupo Montesanto Tavares.
"De acordo com as estimativas da companhia exportadora, a produção brasileira de café arábica vai recuar 37%, para 31,23 milhões de sacas, enquanto a safra de robusta deve registrar alta de 17%, a 21,67 milhões de sacas", destacou a Reuters.
a Bolsa de Londres, o café tipo conilon abriu o pregão com valorização para os principais contratos.
Março/21 tinha alta de US$ 14 por tonelada, valendo US$ 1316, maio/21 registrava alta de US$ 16 por tonelada, valendo US$ 1328, julho/21 registrava alta de US$ 15 por tonelada, valendo US$ 1343 e setembro/21 operava com valorização de US$ 10 por tonelada, valendo US$ 1357.
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