Aumento na energia encarece desnecessariamente a vida dos pequenos produtores de S. Paulo, diz Roberto Yank
Roberto Yank, vice-presidente da Abraleite, produtor tecnificado de Descalvado (SP), faz uma simples comparação aritmética para demonstrar o equivoco da equipe economica do Governo de S. Paulo, que pretende taxar em 12% o consumo de energia elétrica rural:
--" O aumento da energia rural vai, quando muito, recolher 0,3% de impostos a mais aos cofres do Estado; mas, no entanto, esse aumento de 12% na tarifa de energia vai prejudicar em muito o pequeno produtor do Estado. Para sobreviver, o agricultor se tecnificou e, por isso, passou a consumir mais energia em sua produção. Agora, esssa taxação vai penaliza-lo enormemente. A lógica mostra no entanto que, com um pequeno incentivo, a produção aumentaria e a arrecadação subiria muito mais do que os tecnicos do Palácio dos Bandeirantes pensam em recolher com esses aumentos no ICMS".
Yank participou do tratoraço e permanece de prontidão, junto com os demais produtores de S. Paulo, no movimento contra o aumento generazado do ICMS (retirada de subsidios). Além de procurar demonstrar o erro economico das medidas de João Dória, há também o prejuizo politico para a administração.
Após o tratoraço de quinta-feira (um dos maiores movimentos de protesto dos agrcultores de S. Paulo), a pressão contra o governador e também contra os deputados estaduais que aprovaram o aumento, subiu muito de tom.
Roberto Yank espera para hoje a publicação no Diário Oficial do Estado da revogação dos 4 decretos de aumento de impostos sobre a produção e insumos agricolas, além do aumento na energia elétrica, conforme promessa de João Doria.
--"Estamos com o movimento dos agricultores, pois precisamos de paz para continuarmos produzindo; tenho certeza que, do outro lado, também haverá bom senso. Vamos aguardar atentos", finaliza Roberto Yank.
(acompanhe a entrevista acima).
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