B3 segue com altas para o milho enquanto colheita da safra verão avança

Os preços futuros do milho seguem subindo na Bolsa Brasileira (B3) nesta segunda-feira (01). As principais cotações registravam movimentações positivas entre 1,49% e 1,91% por volta das 11h42 (horário de Brasília).
O vencimento março/21 era cotado à R$ 88,45 com valorização de 1,91%, o maio/21 valia R$ 85,00 com alta de 1,49%, o julho/21 era negociado por R$ 78,45 com elevação de 1,75% e o setembro/21 tinha valor de R$ 76,40 com ganho de 1,85%.
Ainda neste começo de semana, a consultoria SAFRAS & Mercado divulgou seu reporte de acompanhamento de safra apontando que a colheita do milho verão 2020/21 atingiu 15,3% dos 3,953 milhões de hectares do Brasil até a sexta-feira (29).
No mesmo período do ano passado, a colheita atingia 15,5% da área estimada de 4,119 milhões de hectares da safra verão 2019/20. A média de colheita nos últimos cinco anos para o período é de apenas 2,9%.
Mercado Externo
Já a Bolsa de Chicago (CBOT) perdeu força nesta segunda-feira para os preços internacionais do milho futuro. As principais cotações registravam movimentações negativas entre 1,00 e 2,00 pontos por volta das 11h41 (horário de Brasília).
O vencimento março/21 era cotado à US$ 5,46 com queda de 1,00 ponto, o maio/21 valia US$ 5,46 com baixa de 1,25 pontos, o julho/21 era negociado por US$ 5,35 com perda de 1,00 ponto e o setembro/21 tinha valor de US$ 4,68 com desvalorização de 2,00 pontos.
Segundo informações do site internacional Farm Futures, os preços dos grãos registraram ganhos substanciais na última semana depois de uma enxurrada de vendas massivas para a China, uma rodada saudável de dados de exportação do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) e algumas dúvidas persistentes sobre o potencial de produção na América do Sul.
“Qual é o potencial desta semana para manter as altas? Ainda há espaço para elas? O tempo dirá, mas os fundamentos da oferta e da demanda não devem mudar drasticamente no futuro próximo. No entanto, fique atento aos relatórios em andamento para a safra sul-americana, que acaba de começar. Alguns analistas ainda estão prevendo rendimentos recordes lá, apesar de alguma seca no início da temporada e das chuvas mais recentemente”, destaca o analista Ben Potter.
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