Para USDA, exportação brasileira de carne de frango pode crescer mais de 45% nesta década
As projeções mais recentes do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) sobre as tendências de exportação de carne de frango entre os principais países exportadores sugerem que na presente década o volume negociado internacionalmente por eles pode aumentar cerca de 30%. Mas entre os 12 países ou blocos de países listados pelo USDA, cinco deles tendem a expandir suas exportações acima dessa média. Para o Brasil, por exemplo, é previsto incremento de, praticamente, 46,5% em uma década.
Esse índice corresponde a uma expansão média próxima de 4% ao ano, mas o aumento será mais moderado nestes primeiros cinco anos da década, ampliando-se na segunda metade do período. Pelos volumes previstos para 2030, a participação do Brasil, próxima de 30% no ano passado, deve chegar a 33,7%, resultado que corresponde a um incremento de, quase, 13%.
Além do Brasil, tendem a aumentar suas exportações acima da média total prevista a Tailândia (+46,97%), a Rússia (+34,26%), a Ucrânia (+32,62%) e, com o maior índice de expansão (+54%), o bloco de países sul-americanos excluídos Brasil e Argentina (países que o USDA não especifica, mas têm na liderança o Chile).
Na relação divulgada, apenas um país – o Canadá – tende a encerrar a década exportando volume menor que o de 2020. E como podem registrar evolução inferior à média total, perdem participação no mercado exportador EUA, União Europeia, Turquia, China, Argentina, ex-integrantes da URSS (excetuadas Rússia e Ucrânia), além do Canadá.
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