Desempenho exportador das carnes na primeira quinzena de maio de 2021
Influenciado pelos bons resultados da primeira semana do mês, o cenário de exportação das carnes na primeira quinzena de maio (10 dias úteis) permaneceu alentador para as carnes de frango e suína e preocupante para a carne bovina. Porque, pela média diária embarcada, esta última registra retrocesso de mais de 20% em relação à média diária de maio de 2020, enquanto as carnes suína e de frango apresentam avanço de 25% e 22%, respectivamente.
Leia Mais:
+ Ritmo da exportação de carne suína esfria na segunda semana de maio
+ Embarques de carne de frango diminuem, mas efeito Arábia Saudita ainda não foi sentido
+ Exportação de carne bovina fica abaixo das expectativas do mercado na segunda semana de maio/21
A realidade, porém, é que – na semana passada, segunda de maio – as três carnes sofreram redução no volume exportado. E, neste caso, a quedas mais expressivas se concentraram nas carnes suína e de frango, com volume semanal 31% e 22% inferior ao da semana anterior (o volume de carne bovina também retrocedeu, mas menos de 10%).
Tais resultados podem ser decorrência, apenas, de questões logísticas. Mas, mantidas a médias atuais, os resultados finais irão ficar aquém dos projetados na tabela abaixo.
De toda forma, o preço médio alcançado pelas três carnes segue em alta, apresentando incremento entre 10%-11% em relação a maio do ano passado.
0 comentário
Queda do petróleo pressiona grãos em Chicago; boi gordo recua e China segue sem novos negócios
Exportações de carne bovina elevam receita diária em 32,8% até a terceira semana de junho
Porto de Paranaguá amplia liderança nas exportações de frango e concentra quase metade do embarque nacional
Cota chinesa amplia incertezas no mercado do boi gordo e acirra disputa pela arroba
Piscicultura em viveiros escavados avança com tecnologia de manejo e fortalece produção familiar no Brasil
Brasil diante da cota chinesa: “Uma tarifa de 55% tornaria o comércio da maioria dos produtos para o mercado chinês inviável”, diz Carlos Cogo