A linha tênue entre demanda crescente, diminuição dos estoques e uma rigorosa segurança alimentar
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O agronegócio e os setores urbanos estão intrinsecamente conectados, já que as cadeias produtivas de alimentos influenciam diretamente no cotidiano das cidades. Porém, muitos ruídos de comunicação entre as duas pontas geram discussões e desentendimentos que merecem atenção. Nesse contexto, o site Notícias agrícolas e a consultoria MPrado desenvolveram o projeto Conexão Campo e Cidade, que visa debater diversas questões relacionadas aos negócios que envolvem os ambientes urbanos e rurais.
Confira aqui todas as edições do Conexão Campo Cidade

O que foi destaque no programa:
Auto regulação e segurança alimentar.
O Brasil possui rígidas normas técnicas para a produção de alimentos, além de diversos órgãos fiscalizadores atuando no agronegócio. A legislação de segurança alimentar no Brasil precisa atender níveis municipais, estaduais e federais, o que gera insegurança jurídica, mas ao mesmo tempo garante um alto nível de segurança alimentar no país.
Environmental, Social and Governance.
Recentemente a sigla ESG (Environmental, Social and Governance), que engloba questões sociais, ambientais e executivas de uma empresa, tem ganhado destaque em diversos setores da economia. No agronegócio não foi diferente, já a adoção de novas práticas financeiras, como a abertura de papéis na bolsa de valores, exigirá a adoção de práticas de governança que garantam a segurança desse tipo de transação.
Estoques.
Nos anos 80, os principais países produtores de alimentos possuíam estoques próprios de abastecimento interno em casos de emergência. Essa realidade foi mudando conforme as negociações a futuro na bolsa se solidificaram, além do fato de que o crescimento econômico da China causou uma grande expansão na demanda.
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