Soja tem mínimas em uma semana na CBOT monitorando fundos e clima nos EUA

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago têm mais uma sessão de baixas expressivas nesta manhã de quinta-feira (24). Perto de 9h20 (horário de Brasília), as cotações perdiam entre 16,75 e 18,50 pontos, novamente sendo pressionados pelo clima melhor esperado para o Corn Belt.
Assim, o contrato julho tinha US$ 13,67 e o novembro, US$ 12,83 por bushel. O mercado vai, nesta quinta, às mínimas em uma semana.
"Modelos rodados hoje mostram mais chuvas para 10 dias, e cobertura maior, pressionando as cotações na CBOT. COmo consequência, já se espera uma melhora nas condições das lavouras paea as próximas semanas", explica a Agrinvest Commodities.
Além de chuvas mais volumosas e melhor distribuídas, as previsões sinalizam também temperaturas mais amenas, o que poderia, se confirmado, parar o processo de deterioração das lavouras.
No paralelo, o mercado ainda espera e se prepara para o novo boletim que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz no dia 30, corrigindo os dados de área plantada no país. E as expectativas são de uma área maior do que a projeção atual da instituição.
Ao lado dos fundamentos, o mercado também vê a continuidade de vendas de posições por parte dos fundos especuladores. De olho nas expectativas melhores para a nova safra americana e depois das máximas de múltiplos anos, além do atual macrocenário, os fundos optam pela realização de lucros e vão invertendo seu posicionamento, como explicam analistas e consultores de mercado.
Veja como fechou o mercado nesta quarta-feira:
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