Desempenho do frango (vivo e abatido) na 33ª semana de 2021, terceira de agosto
Como de praxe, o frango abatido iniciou a segunda quinzena de agosto (terceira semana do mês, 33ª de 2021) com continuidade das baixas da semana anterior, o que significa que até mesmo a habitual reposição de estoques esteve extremamente fraca no início do novo período. De toda forma, de meados até o final da semana as cotações se estabilizaram, o que pode indicar que se atingiu o patamar mínimo do mês.
Isto, porém, vai depender de como os abatedouros frigoríficos conduzam a oferta do produto. Porque, da parte do consumo, pouco ou nada é possível esperar nos derradeiros sete dias de negociações de agosto.
Ainda assim, há um fato novo no mercado, cujos efeitos serão melhor conhecidos no início desta quarta semana de agosto: no último final de semana cessou, em boa parte do País, a maioria daquelas restrições que, devido à Covid-19, impediam maior convívio social. Ou seja: bares, restaurantes e lanchonetes voltaram à liberdade anterior (mas não, necessariamente, ao mesmo movimento), o que deve ter resultado em aumento de consumo e pode levar a uma reposição mais significativa nesta segunda e terça-feira. A conferir.
Diante do quadro observado na semana passada com o frango abatido, o mercado de aves vivas seguiu com fraca movimentação, o que não afetou sua cotação, estável (tanto em São Paulo como em Minas Gerais) em R$6,00/kg há mais de cinco semanas.
E como, apesar da recessão nas vendas, o mercado permaneceu firme, confirma-se a menor disponibilidade de aves vivas, situação que tende a assegurar a manutenção da cotação atual até, pelo menos, o final de agosto.
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