CMN amplia operações com derivativos no exterior
Os investidores brasileiros poderão operar derivativos – investimentos que derivam de outros investimentos – no exterior nas mesmas modalidades praticadas no mercado internacional. A medida foi aprovada hoje (30) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

Até agora, a compra e venda de derivativos em outros países era restrita a hedge (proteção) de direitos ou obrigações de natureza comercial ou financeira. O investidor fechava contratos de derivativos para proteger-se de variações de juros, do câmbio ou de preços no mercado internacional.
A medida abre caminho para que investidores operem contratos de derivativos estrangeiros para outras finalidades que não a proteção de recursos, como a obtenção de lucros. Isso já ocorre no mercado nacional de derivativos.
Em nota, o BC informou que a medida traz benefícios para o mercado financeiro nacional, como a ampliação das possibilidades de instrumentos de proteção, inclusive para investimento estrangeiro no Brasil e aumento dos financiamentos privados de longo prazo, tais como projetos de infraestrutura.
A decisão, acrescentou o BC, também contribui para reduzir ineficiências de mercado, aumentar a integração entre o mercado financeiro internacional e o doméstico, diminuir custos das operações com derivativos no exterior e diversificar a oferta de instrumentos financeiros no país.
0 comentário
Wall Street abre em alta após relatório de inflação de agosto
Ibovespa recua com dados de inflação em foco
Mendonça abriu inquérito contra Flávio por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão em caso "Dark Horse"
Ala do STF avalia que retirada de sigilo pode adiar julgamento sobre Moraes
Jovem Pan: PF diz que Vorcaro sabia de investigação antes de operação que o prendeu
Ações da China e de Hong Kong encerram semana em baixa por preocupações com juros do Fed