Milho/Cepea: Após oito semanas em queda, preços reagem
Após caírem por oito semanas consecutivas, os preços do milho voltaram a subir na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Nos portos de Santos (SP) e de Paranaguá (PR), os valores foram influenciados pelo alto patamar do dólar – especialmente no início da última semana – e pelos avanços nos futuros externos. No interior do País, vendedores, atentos a esse cenário e também ao menor volume de chuvas em novembro – que gera certa preocupação quanto ao desenvolvimento da safra de verão –, se afastaram do spot nacional, à espera de intensificação do recente movimento de alta nos preços. Compradores de grande parte das praças acompanhadas pelo Cepea se mostram abastecidos – o que, inclusive, limitou o avanço dos valores. Diante disso, o ritmo de comercialização tanto no interior como nos portos ainda esteve lento e abaixo do observado em anos anteriores. No campo, mesmo com a redução das chuvas ao longo de novembro e das consequentes preocupações, o desenvolvimento das lavouras da safra de verão segue satisfatório.
0 comentário
Milho recua até 2,02% na B3 e perde mais de 1% em Chicago nesta terça-feira
Milho perde saída pelos portos, e preços caem até 22% no interior do país
Milho recua em Chicago e B3 nesta terça-feira, com contratos brasileiros devolvendo parte da alta da véspera
Etanol de milho já responde por 20% da produção nacional no início da safra 2026/27
Plantio do milho verão chega a 40% e supera 2025 e média histórica
Milho abre terça-feira com leves baixas em Chicago e mercado segue atento à competitividade da América do Sul