Café: Após queda expressiva, bolsas de Nova York e Londres voltam a subir nesta 4ª feira
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O mercado futuro do café arábica voltou a operar com valorização na manhã desta quarta-feira (8), após encerrar o último pregão com forte recuo na Bolsa de Nova York (ICE Future US). No Brasil, mesmo com retorno e previsão de mais chuva, analistas mantêm o cenário de preços firmes no médio e longo prazo. Apesar de ainda não ser possível quantificar o tamanho do impacto na safra 22, baixas expressivas são esperadas pelo setor.
Por volta das 08h41 (horário de Brasília), março/22 tinha alta de 200 pontos, valendo 245,05 cents/lbp, maio/22 tinha alta de 160 pontos, negociado por 244,20 cents/lbp, julho/22 tinha alta de 140 pontos, valendo 242,90 cents/lbp e setembro/22 tinha alta de 255 pontos, cotado a 242 cents/lbp.
Em Londres, o café tipo conilon também abriu com valorização. Março/22 tinha alta de US$ 14 por tonelada, valendo US$ 2287, maio/22 tinha alta de US$ 10 por tonelada, negociado por US$ 2248, julho/22 registrava alta de US$ 12 por tonelada, valendo US$ 2243 e setembro/22 tinha alta de US$ 13 por tonelada, valendo US$ 2240.
Mercado Interno - Última sessão
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 3,55% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.495,00, Poços de Caldas/MG teve baixa de 1,33%, valendo R$ 1.480,00, Araguarí/MG teve queda de 3,92%, valendo R$ 1.470,00, Varginha/MG teve queda de 3,21%, valendo R$ 1.510,00, Campos Gerais/MG registrou baixa de 2,91%, valendo R$ 1,500,00 e Franca/SP teve queda de 1,30%, valendo R$ 1.520,00.
O tipo cereja descascado teve queda de 3,33% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.598,00, Poços de Caldas/MG registrou baixa de 1,26%, valendo R$ 1.570,00, Varginha/MG teve queda de 3,07%, valendo R$ 1.580,00 e Campos Gerais/MG registrou baixa de 2,80% valendo R$ 1.560,00.
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