Terça-feira (21) começa com leves altas no milho em Chicago com foco no clima na América do Sul
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A Bolsa de Chicago (CBOT) abriu esta terça-feira (21) registrando leves altas para os preços internacionais do milho futuro por volta das 08h08 (horário de Brasília).
O vencimento março/22 era cotado à US$ 5,91 com estabilidade, o maio/22 valia US$ 5,92 com alta de 0,25 pontos, o julho/22 era negociado por US$ 5,90 com aumento de 0,50 pontos e o setembro/22 tinha valor de US$ 5,61 com dvalorização de 0,50 pontos.
De acordo com a notícias Reuters, o milho de Chicago subiu na terça-feira, com a soja ganhando pelo sexto dia consecutivo devido às preocupações de que o clima seco na América do Sul afetaria a produção, enquanto o trigo subiu ligeiramente no comércio à distância.
Ainda conforme informações da Reuters, na América do Sul, analistas disseram que há preocupações de que o tempo esteja muito seco no sul do Brasil. As condições quentes e secas estão afetando adversamente cerca de um terço do cinturão de grãos brasileiro.
Karl Setzer, analista de risco de commodities da AgriVisor, disse à agência que “As condições de seca estão persistindo na América do Sul e há perspectivas de que isso reduzirá a produção da mesma forma que cortou há um ano”. Entretanto, ele acrescenta que, apesar das preocupações, as condições em regiões brasileiras com clima favorável podem compensar as perdas de safra em outras, disse Setzer. "As condições climáticas no Brasil estão mais estressantes há um ano e a produção de soja ainda é um recorde".
Mercado interno
O mercado do milho abriu a Bolsa Brasileira (B3) nesta terça-feira (21) com cotações com leves altas por volta das 09h21 (horário de Brasília).
O vencimento janeiro/22 era cotado à R$ 90,56 com alta de 0,83%, o março/22 valia R$ 93,14 com avanço de1,02%, o maio/22 era negociado por R$ 90,30 com alta de 0,89% e o julho/22 tinha valor de R$ 85,21, estável.
De acordo com informações do Cepea/Esalq, "nesta época do ano, o ritmo de negociação é tipicamente menor, tendo em vista que alguns transportadores, armazéns e cerealistas entram em recesso". Além disso, a entidade pontua que vendedores estão retraídos, focados no desenvolvimento das lavouras. Compradores, por sua vez, se mostram abastecidos e negociam apenas quando há necessidade.
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