Comercialização pesa e café recua no pregão desta 5ª em Nova York e Londres
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O mercado futuro do café arábica opera com desvalorização para os principais contratos no pregão desta quinta-feira (10) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O mercado realiza ajustes nos preços depois de atingir a máxima de dez anos no pregão anterior, com suporte na redução dos estoques certificados na ICE. A preocupação com a oferta global segue no radar do mercado considerando que além do Brasil outras origens produtoras enfrentam problemas na produção.
De acordo com análise do site internacional Barchart, os preços recuam após a divulgação dos dados de comercialização pela Safras & Mercado. "O arábica recuou de uma nova alta de 10-1/4 anos no futuro próximo, e o robusta recuou de uma alta de 4 semanas, com os sinais de aumento nas vendas dos produtores de café do Brasil pesando sobre os preços", destacou a publicação.
Segundo a Safras, A comercialização de café do Brasil da safra 2021/22, colhida no ano passado, avançou para 86% do total projetado, ante 82% na estimativa do mês anterior. O fluxo de vendas da safra de café 2021/22 melhorou "timidamente" ao longo de janeiro, disse o consultor Gil Barabach, comentando que houve um pouco mais de interesse do lado do produtor.
Por volta das 13h48 (horário de Brasília), março/22 tinha queda de 360 pontos, valendo 254,75 cents/lbp, maio/22 tinha baixa de 370 pontos, cotado por 253,30 cents/lbp, julho/22 tinha desvalorização de 370 pontos, valendo 253,30 cents/lbp e setembro/22 tinha baixa de 400 pontos, cotado por 251,35 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também opera com ajustes nos preços neste pregão. Maio/22 tinha queda de US$ 15 por tonelada, valendo US$ 2243, julho/22 registrava queda de US$ 18 por tonelada, cotado por US$ 2226, setembro/22 tinha desvalorização de US$ 18 por tonelada, valendo US$ 2219 e novembro/22 tinha baixa de uS$ 20 por tonelada, valendo US$ 2216.
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