Índice de Hong Kong salta 9% após Conselho de Estado da China prometer suporte
![]()
XANGAI (Reuters) - As ações de Hong Kong saltaram 9% nesta quarta-feira e registraram o melhor dia desde 2008 depois que as autoridades da China asseguraram aos mercados que haverá estabilidade e suporte.
O vice-primeiro-ministro da China, Liu He, disse que o país dará suporte à economia chinesa e será cauteloso com medidas para os mercados de capital.
Em reunião do Comitê de Desenvolvimento e Estabilidade Financeira sob o Conselho de Estado, Li também disse, segundo a agência de notícias Xinhua, que os reguladores terão uma coordenação melhor com seus pares de Hong Kong.
As declarações ajudaram o índice Hang Seng a recuperar todo o terreno perdido na terça-feira, saltando 9,08% no dia e indo além da marca de 20 mil pontos.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 4,32%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 3,48%.
. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 1,64%, a 25.762 pontos.
. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 9,08%, a 20.087 pontos.
. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 3,48%, a 3.170 pontos.
. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 4,32%, a 4.156 pontos.
. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 1,44%, a 2.659 pontos.
. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,09%, a 16.940 pontos.
. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 1,70%, a 3.290 pontos.
. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,10%, a 7.175 pontos.
(Reportagem de Jason Xue, Samuel Shen e Andrew Galbraith; reportagem adicional de Winni Zhou)
0 comentário
Ibovespa fecha em queda com Oriente Médio e juros dos EUA em foco
Forças dos EUA realizam novos ataques contra Irã
Dólar fecha perto da estabilidade apesar das tensões no Oriente Médio
Taxas de DIs sobem em sintonia com petróleo e Treasuries após Trump anunciar fim de acordo com Irã
Preocupações das autoridades do Fed com inflação aumentaram na reunião de junho, mostra ata
Wall Street recua após declarações de Trump sobre Irã pesarem sobre os mercados