Soja passa para o lado positivo da tabela em Chicago e foca na demanda nesta 6ª
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Os futuros da soja passaram a operar do lado positivo da tabela no início da tarde desta sexta-feira (25) na Bolsa de Chicago. Depois de abrirem o dia em queda, por volta de 13h10 (horário de Brasília), as cotações tinham leves ganhos de 1,50 a 4,75 pontos, com o maio voltando aos US$ 17,05 por bushel, enquanto o julho era negociado a US$ 16,83. O mercado vem se ajustando, mas na defensiva, depois de uma semana bastante agitada.
Parte dos ganhos veio com altas que se registraram entre os futuro do farelo de soja na CBOT, observadas mais cedo, mas também em novas vendas da oleaginosa dos EUA para a China informadas pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) nesta sexta.
Durante a semana, os informes diários do departamento registraram vendas de 690,2 mil toneladas da commodity para a nação asiática e destinos não revelados.
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"Nessa semana, a China acelerou as compras. Os estoques internos de farelo e óleo estão em níveis muito baixos, puxando o farelo em Dalian para um novo recorde na manhã da quinta-feira (24)", informa a equipe da Agrinvest Commodities. "No Brasil, a China teria comprado 25 barcos para embarques mais curtos. As processadoras chinesas estão bem descobertas para maio e junho", completa.
Permanecem no radar dos traders a guerra entre Rússia e Ucrânia, que completou ontem seu primeiro mês, a conclusão da safra da América do Sul, o comportamento da demanda e as expectativas para o início da temporada 2022/23 dos EUA, esperando pelo novo boletim do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) com os novos dados de área de plantio no dia 31.
Além dos dados da área, os traders também acompanham bem de perto as condições de clima para o Corn Belt neste início de safra próximo.
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