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Plantio do milho vai a 99,9% em Mato Grosso e preço de venda sobe 19% em um ano

Publicado em 29/03/2022 14:36

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O Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) divulgou relatório apontando que a área semeada para esta safra 2021/22 já chegou à 99,92% no Mato Grosso, após um avanço semanal de 0,58 pontos percentuais, e está a frente do registrado no mesmo período do ciclo anterior que era de 99,58%.

Olhando para as regiões do estado, a publicação aponta que as regiões Médio-Norte, Nordeste, Noroeste e Norte já plantaram 100%, Oeste 99,92%, Sudeste 99,70% e Centro-Sul 99,78%. 

Os técnicos do Imea confirmam que o índice indica adiantamento na semeadura com relação à safra passada e afirmam que a estimativa está próxima ao observado nas safras 18/19 e 19/20, nas quais apresentaram produtividades de 110,91 sc/ha e 109,02 sc/ha (recordes da série histórica).

“Diante deste cenário, o otimismo com a safra segue dentro do esperado, o que reforça a projeção de produtividade de 107,31 sc/ha. Por fim, os fatores climáticos seguem em abertos no estado, no entanto, segundo o TempoCampo, é esperado um acumulado entre 20 mm e 300 mm de chuva em boa parte do estado”, diz.

Preço do Milho

O Instituto também atualizou os dados de preços disponíveis no Mato Grosso, indicando alta de 19% com relação ao mesmo período da safra passada, sendo cotado à R$ 79,37 a saca.

“Historicamente, o período de entressafra é caracterizado por uma pressão altista nas cotações do cereal no estado, devido a menor oferta do grão. Além disso, o aumento dos preços em Chicago, em virtude da menor produção esperada na América do Sul e os conflitos bélicos entre Rússia x Ucrânia, auxiliaram na manutenção dos preços patriciados na bolsa”, aponta a publicação.

Por outro lado, o Imea relata que, mesmo com a alta em Chicago, o preço em Mato Grosso apresentou queda de 0,34% ante a semana passada devido ao dólar. “Por fim, a incerteza quanto a oferta ucraniana de milho segue impulsionando as cotações em Chicago, no entanto, o dólar pode continuar pressionando os preços no estado caso siga uma tendência de queda”.

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Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

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