Déficit comercial de bens dos EUA atinge máxima recorde em março
![]()
Por Lucia Mutikani
WASHINGTON (Reuters) - O déficit comercial de bens dos Estados Unidos aumentou em março para o maior nível já registrado, em meio a amplo salto nas importações, sugerindo que o comércio continuou sendo um obstáculo para o crescimento econômico norte-americano no primeiro trimestre.
O relatório do Departamento de Comércio dos EUA desta quarta-feira também mostrou sólidos avanços nos estoques no varejo e atacado, mas o ritmo de acumulação nos armazéns provavelmente não foi rápido o suficiente para impulsionar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
O déficit comercial de bens saltou 17,8%, para um pico recorde de 125,3 bilhões de dólares. As importações de bens avançaram 11,5%, para 294,6 bilhões de dólares, impulsionadas pelos suprimentos industriais, que incluem derivados de petróleo.
As importações de bens de consumo aumentaram 13,6%, enquanto os veículos automotores saltaram 12,0%. Houve também ganhos sólidos nas importações de alimentos e bens de capital.
As exportações de bens subiram 7,2%, para 169,3 bilhões de dólares, lideradas por aumento de 12,3% nas remessas de insumos industriais.
O comércio tem impactado negativamente o crescimento do PIB dos EUA por seis trimestres consecutivos, maior sequência do tipo desde o início de 2016.
0 comentário
Guerra no Oriente Médio vai reduzir crescimento e com impacto em cascata, diz presidente do Banco Mundial
Equipe dos EUA vai às negociações com Irã no Paquistão com baixas expectativas
Ibovespa renova recordes com investidor de olho no Oriente Médio
Dólar volta a cair e se aproxima dos R$5,00 sob influência do exterior
Wall St encerra sem direção comum conforme investidores avaliam negociações no Oriente Médio
Reino Unido convocará mais negociações sobre Estreito de Ormuz na próxima semana, diz autoridade