Brasil recebe convite da OCDE para adesão a Códigos de Liberalização
![]()
SÃO PAULO (Reuters) - O Brasil recebeu um convite da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para aderir a dois Códigos de Liberalização --um referente a padrões para o fluxo financeiro internacional e outro à prestação de serviços transfronteiriça, informou o Banco Central nesta quinta-feira.
Um dos documentos, o Código de Liberalização de Movimentos de Capital da OCDE, refere-se a padrões para atos normativos sobre fluxo financeiro internacional, incluindo pagamentos, transferências, empréstimos, investimentos e compra e venda de moeda estrangeira, explicou o BC em comunicado.
O Código de Liberalização de Operações Correntes Intangíveis, por sua vez, abrange serviços internacionais de consultoria, de advocacia e arquitetura, entre outros.
A decisão do convite para ambos os instrumentos foi aprovada pelo Conselho da OCDE no dia 28 de abril, segundo o BC.
"Pela perspectiva de contrapartes estrangeiras, incluindo investidores, a adesão significa melhor entendimento sobre o nosso arcabouço regulatório, menor custo de adaptação às particularidades do país e maior percepção de segurança jurídica em operações internacionais", disse o BC, embora tenha ressaltado que o convite da OCDE não implica obrigação para o Brasil de plena adoção das recomendações e parâmetros desses instrumentos.
Há possibilidade de "aceitar e aderir", de "aceitar com reservas", de "aceitar com um cronograma" e de "rejeitar com justificativa", ressaltou a autarquia, sem explicitar qual decisão deve ser tomada.
(Por Luana Maria Benedito)
0 comentário
Dólar sobe para perto dos R$5,15 influenciado por exterior e cenário político
Câmara Alta do Parlamento suíço aprova acordo comercial com Mercosul
Confiança da indústria recua e mantém 21 meses de pessimismo
Trump diz que decidirá se EUA buscarão acordo com Irã
Ações europeias recuam diante de pedidos de desaceleração da IA e preocupações com inflação
Trump afirma que Ucrânia e Rússia concordaram em não atacar alvos do setor energético