Ações europeias sobem mais de 1% com alívio sobre Covid na China e previsões empresariais positivas
![]()
As ações europeias fecharam em alta nesta terça-feira, na esperança de que a demanda na China possa ser mantida, com expectativa de que as autoridades relaxem as restrições contra a Covid-19, enquanto investidores também comemoraram previsões otimistas de balanços.
O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em alta de 1,22%, a 438,97 pontos, e um salto no setor de mineração liderou os ganhos. Papéis bancários e industriais também estavam entre os que deram o maior impulso ao índice principal.
O apetite por risco aumentou nesta terça-feira, depois que Xangai atingiu o tão esperado marco de três dias consecutivos sem novos casos de Covid-19 fora das zonas de quarentena, o que pode levar ao início do encerramento das restrições.
"Os mercados estão obcecados com o que está acontecendo na China e, essencialmente, esse é o principal catalisador", disse Keith Temperton, operador de vendas da Forte Securities
Os mercados têm sofrido forte volatilidade. O índice de referência regional atingiu mínimas em dois meses na semana passada, mas desde então subiu quase 5%. No ano, a queda é de cerca de 10%.
Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,72%, a 7.518,35 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 1,59%, a 14.185,94 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 1,30%, a 6.430,19 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 1,12%, a 24.301,65 pontos.
Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 1,46%, a 8.475,70 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 valorizou-se 1,61%, a 5.834,03 pontos.
0 comentário
Principal negociador do Irã diz que Teerã não tem motivos para respeitar memorando com EUA sem benefícios
FMI diz estar trabalhando para avaliar melhor riscos de dívida interna para países de baixa renda
Brasil tem fluxo cambial positivo de US$54 milhões em julho até dia 10, diz BC
Governo passa a ver inflação acima de 5% em 2026
Ações europeias avançam com recuperação do setor de luxo mesmo com persistência dos riscos de guerra
Se confirmado tarifaço dos EUA, governo avaliará setores afetados e atuará com compromisso fiscal, diz Durigan