Devolvendo ganhos e sentindo a pressão do dólar, café recua mais de 2% na Bolsa de Nova York
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Após abrir o dia com ajustes técnicos, o mercado futuro do café arábica sente a pressão da alta do dólar e opera com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Além disso, o mercado devolve também parte dos ganhos observados na última sessão quando o café teve suporte nas condições climáticas do Brasil.
Por volta das 12h35 (horário de Brasília), julho/22 tinha queda de 565 pontos, negociado por 232,10 cents/lbp, setembro/22 tinha queda de 530 pontos, cotado por 232,35 cents/lbp, dezembro/22 tinha baixa de 545 pontos, valendo 231,55 cents/lbp e março/23 tinha desvalorização de 545 pontos, cotado por 229,90 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também operava com desvalorização. Julho/22 tinha queda de US$ 25 por tonelada, negociado por US$ 2108, setembro/22 tinha baixa de US$ 20 por tonelada, cotado por 2120, novembro/22 tinha desvalorização de US$ 19 por tonelada, negociado por US$ 2109 e janeiro/23 tinha desvalorização de US$ 10 por tonelada, cotado por 2102.
Também neste horário, o dólar registrava alta de 2,19%, negociado por R$ 4,90 na venda. "O dólar avançava pela segunda sessão consecutiva nesta terça-feira, e chegou a superar a marca de 4,90 reais conforme investidores reagiam à proposta do governo de zerar o ICMS e avaliavam qual seria seu impacto fiscal, refletindo ainda temores internacionais sobre o aperto da política monetária nas principais economias", afirma a análise da agência de notícias Reuters.
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