Produtores do Tocantins encontram dificuldades para armazenar o milho colhido nesta safrinha
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Produtores do Tocantins encontram dificuldades para armazenar o milho colhido nesta safrinha
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A colheita da segunda safra de milho já avançou para 30% das lavouras do Tocantins e, até o momento, as produtividades estão positivas flutuando entre 100 e 120 sacas por hectare.
Segundo o diretor da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, as médias devem cair com o andamento dos trabalhos, mas ainda sim ficarem positivas para a realidade do estado.
Por outro lado, a capacidade logística de armazenamento no Tocantins é o que preocupa os produtores. Buffon explica que ainda há soja nos armazéns tocantinenses e neste momento quem não tem onde armazenar por conta própria ou não vendeu sua produção fica sem ter onde guardar os grãos.
“Hoje o produtor se encontra em uma situação que se ele não tem o milho comercializado ou não tem o seu armazém ele não tem onde levar o milho, as empresas não estão recendo milho a fixar devido a ter um grande volume de milho estado”, diz.
Na visão da liderança, a solução para situações como essa é o produtor investir cada vez mais em armazéns próprios. Assim evitando não só de ficar sem ter onde guardar seus grãos, mas também conseguindo aproveitar melhor as oportunidades de mercado.
“A cada ano que se passa a questão da armazenagem ganha foco e o produtor precisa buscar recursos e fazer a sua própria armazenagem. O produtor com produto armazenado em maior escala vai ter uma balança melhor do mercado, que não vai ter tanta sazonalidade com preços tão altos e tão baixos”, pontua Buffon.
Confira a íntegra da entrevista com o diretor da Aprosoja Brasil no vídeo.
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