Café mantém desvalorização, de olho no dólar e acompanhando safra no Brasil
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O mercado futuro do café arábica segue operando com desvalorização para os principais contratos no pregão desta terça-feira (2) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). A terça-feira é mais um dia de desvalorização nas commodities agrícolas. A preocupação com uma recessão global pressiona as cotações de café, além do avanço da safra no Brasil, que apesar da quebra, evoluiu bastante nas últimas semanas.
Por volta das 12h29 (horário de Brasília) setembro/22 tinha queda de 345 pontos, negociado por 209,75 cents/lbp, dezembro/22 tinha desvalorização de 345 pontos, valendo 206,55 cents/lbp, março/23 tinha queda de 350 pontos, cotado por 202 cents/lbp e maio/23 tinha baixa de 330 pontos, cotado por 199,30 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon opera próximo da estabilidade. Setembro/22 tinha queda de US$ 1 por tonelada, valendo US4 2030, novembro/22 tinha baixa de US$ 8 por tonelada, cotado por US$ 2020, janeiro/23 tinha queda de US$ 7 por tonelada, negociado por US$ 1998 e março/23 tinha baixa de US$ 7 por tonelada, valendo US$ 1981.
Pressionando as cotações de café, o dólar esse horário registrava alta de 1,21% e era negociado por R$ 5,24 na venda. "O dólar subia acentuadamente frente o real nos primeiros negócios desta terça-feira, com tensões crescentes entre Estados Unidos e China afetando o sentimento de risco internacional, enquanto investidores locais aguardavam a conclusão da reunião de política monetária de dois dias do Banco Central", afirma a agência de notícias Reuters.
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