Wall Street sai de mínimas, mas segue de olho em tensões EUA-China
![]()
Por Aniruddha Ghosh e Devik Jain
(Reuters) - Os principais índices de Wall Street ensaiavam melhora em relação aos menores patamares do dia nesta terça-feira, mas investidores seguiam de olho em preocupações com o aumento das tensões entre Estados Unidos e China após a chegada da presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, a Taiwan.
As ações de fabricantes de chips com grande exposição à China caíam, enquanto a Caterpillar cedia 3,6%, com a desaceleração da atividade de construção na segunda maior economia do mundo e a interrupção das operações da empresa na Rússia somando-se a problemas na cadeia de suprimentos.
"As ações de chips estão realmente expostas à Ásia. Algumas delas têm 70% de suas vendas, especialmente empresas de equipamentos de chips, nessa região, então é um grande negócio para eles", disse Jack DeGan, diretor de investimentos da Harbor Advisory.
A mais recente incerteza geopolítica ocorre em momento em que os mercados financeiros estão lutando para lidar com as consequências da guerra na Ucrânia, uma crise de energia na Europa, inflação crescente e aperto nas condições financeiras.
"Qualquer tipo de preocupação geopolítica pode fazer com que os operadores que ganharam bastante na semana passada tirem um pouco (do lucro) da mesa", disse DeGan.
Às 12:12 (de Brasília), o índice S&P 500 operava estável, a 4.118,44 pontos, enquanto o Dow Jones caía 0,62%, a 32.595,87 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite avançava 0,22%, a 12.396,24 pontos.
0 comentário
EUA atacam o Irã em resposta ao ataque a um navio cargueiro no Estreito de Ormuz
Venezuela tem quase 1 mil mortos por causa de terremotos
Dólar tem leve baixa ante real acompanhando recuo das cotações no exterior
Ibovespa fecha em alta sustentado por bancos; Braskem recua
Taxas curtas e intermediárias caem com aumento de apostas no corte da Selic
Economista-chefe do FMI diz que economia global segue “centrada no dólar”