S&P 500 vai a máxima em mais de 3 meses com novos sinais de arrefecimento da inflação
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O índice S&P 500 era negociado no nível mais alto em mais de três meses nesta quinta-feira, ampliando o rali da sessão anterior com novas evidências de arrefecimento da inflação nos Estados Unidos, o que consolidava expectativas de alta menor dos juros.
Ações de crescimento e de tecnologia se recuperavam após dados mostrarem que os preços ao produtor nos EUA caíram inesperadamente em julho, ampliando chances de alta de 0,50 ponto percentual nos juros pelo Federal Reserve em setembro, em vez de elevação de 0,75 ponto.
Outro dado divulgado nesta quinta-feira mostrou que o número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou pela segunda semana consecutiva, indicando mais abrandamento no mercado de trabalho, apesar das condições ainda apertadas.
Os índices subiram de forma expressiva na quarta-feira, após leitura mais fraca do que o esperado nos preços ao consumidor. Os ganhos aconteceram mesmo depois de autoridades do Fed não terem deixado dúvidas de que irão apertar a política monetária até que as pressões de preços estejam sob controle.
Dez dos 11 setores do S&P 500 avançavam, com o financeiro e o de serviços de comunicação em alta de mais de 1%. As ações de energia, por sua vez, acompanhavam os ganhos nos preços do petróleo.
Às 11:12 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,91%, a 33.612,04 pontos, enquanto o S&P 500 ganhava 0,76%, a 4.242,10 pontos, nos picos desde 5 de maio. O índice de tecnologia Nasdaq Composite avançava 0,78%, a 12.955,43 pontos.
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