Wall St registra pior queda em 2 anos após dados de inflação dos EUA
![]()
Uma ampla liquidação fez com que as ações dos Estados Unidos despencassem nesta terça-feira, depois que um relatório de inflação pior do que o esperado frustrou esperanças de que o banco central dos EUA pudesse ceder e abrandar seu aperto monetário em um futuro próximo.
Os índices S&P 500, Dow Jones e Nasdaq recuaram acentuadamente, encerrando uma sequência de quatro dias de altas, e registraram suas maiores quedas percentuais diárias desde junho de 2020, durante a pandemia de Covid-19.
A crescente aversão ao risco levou todos os principais setores ao território negativo e os setores tecnológico e adjacente à tecnologia, que são mais sensíveis à taxa de juros, foram os que mais pesaram, com Apple Inc, Microsoft Corp e Amazon.com Inc <AMZN.O> liderando as perdas.
Os mercados financeiros precificaram totalmente um aumento dos juros de pelo menos 0,75 ponto percentual na conclusão da reunião de política monetária do Federal Reserve na próxima semana, com uma probabilidade de 32% de uma grande alta de 1 ponto percentual completo, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.
O índice S&P 500 fechou em queda de 4,32%, a 3.932,69 pontos. O Dow Jones caiu 3,94%, a 31.104,97 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq Composite recuou 5,16%, a 11.633,57 pontos.
Todos os 11 principais setores do S&P 500 encerraram a sessão em território negativo.
As ações de serviços de comunicação, consumo discricionário e tecnologia caíram mais de 5%, enquanto o índice Philadelphia de semicondutores recuou 6,2%.
0 comentário
Índia diz que acordo comercial com EUA não prejudicará seus agricultores
Endividamento das famílias brasileiras marca novo recorde a despeito de medidas do governo, mostra BC
Dólar tem oscilações modestas com exterior e noticiário político no radar
Preço do minério de ferro sobe à medida que produção das siderúrgicas se recupera
Ações chinesas caem; índice do setor de tecnologia atinge mínima de mais de um ano
CBS para o produtor rural poderá ter alíquota de 4,52% na Reforma Tributária