Ucrânia segue exportando grãos e futuros do milho cedem nesta 3ªfeira
![]()
A terça-feira (01) começa com os preços futuros do milho recuando na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 86,45 e R$ 94,52 por volta das 10h14 (horário de Brasília).
O vencimento novembro/22 era cotado à R$ 86,45 com perda de 0,17%, o janeiro/23 valia R$ 91,36 com queda de 0,13%, o março/23 era negociado por R$ 94,52 com baixa de 0,07% e o maio/23 tinha valor de R$ 94,25 com desvalorização de 0,05%.
Mercado Externo
A Bolsa de Chicago (CBOT) também abriu a terça-feira contabilizando recuos para os preços internacionais do milho futuro, que operavam em campo negativo por volta das 09h44 (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/22 era cotado à US$ 6,90 com queda de 0,75 pontos, o março/23 valia US$ 6,95 com perda de 1,25 pontos, o maio/23 era negociado por US$ 6,94 com baixa de 1,25 pontos e o julho/23 tinha valor de US$ 6,88 com desvalorização de 1,25 pontos.
Segundo informações da Agência Reuters, os futuros do milho caíram nesta terça-feira acompanhando as movimentações negativas do trigo, com os embarques de grãos da Ucrânia continuando, apesar da Rússia se retirar de um pacto de exportação mediado pela ONU.
“Enquanto a Rússia desistiu do acordo do corredor de exportação de grãos da Ucrânia, ainda havia grãos saindo da Ucrânia. As entregas de colheitas ucranianas aos portos estão paralisadas, à medida que o setor agrícola se torna mais incerto”, disse a consultoria Hightower em um relatório.
Relembre como fechou o mercado na última segunda-feira:
0 comentário
Milho cai nesta 3ª feira (22) em Chicago e na B3, mas exportação pode colocar um piso nos preços no BR
Milho recua em Chicago e na B3 nesta 3ª feira após forte alta da véspera
Milho dispara quase 3% em Chicago com demanda forte e Mar Negro novamente no radar
Milho/Cepea: Cotações recuam em SP, mas sobem em outras regiões
Milho cai em Chicago com avanço da colheita, mas demanda forte pode abrir nova janela de preços no Brasil
Mercado do milho tem recuperação de preços sustentada por estoques globais menores e forte demanda interna