Milho cai nesta 5ªfeira com Chicago ainda repercutindo USDA e demanda do México
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A quinta-feira (10) começa com os preços futuros do milho próximos da estabilidade na Bolsa Brasileira (B3), mas com as cotações de 2023 em campo levemente positivo por volta das 10h14 (horário de Brasília).
O vencimento novembro/22 era cotado à R$ 85,50 com queda de 0,29%, o janeiro/23 valia R$ 88,05 com alta 0,20%, o março/23 era negociado por R$ 91,58 com ganho de 0,27% e o maio/23 tinha valor de R$ 91,08 com elevação de 0,28%.
Mercado Externo
Já a Bolsa de Chicago (CBOT) abriu as atividades desta quinta-feira com os preços internacionais do milho futuro, novamente, operando em campo negativo, com recuos por volta das xxx (horário de Brasília).
O vencimento dezembro/22 era cotado à US$ 6,61 com perda de 2,75 pontos, o março/23 valia US$ 6,67 com queda de 2,75 pontos, o maio/23 era negociado por US$ 6,67 com baixa de 3,25 pontos e o julho/23 tinha valor de US$ 6,62 com desvalorização de 3,25 pontos.
Segundo informações da Agência Reuters, os contratos de milho futuro perderam terreno depois que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) projetou estoques de milho maiores do que se pensava anteriormente, já que o rendimento da safra norte-americana aumentou na relação às estimativas anteriores.
A agência fixou a safra de milho dos EUA em 13,930 bilhões de bushels, com base em um rendimento médio de 172,3 bushels por acre. No mês passado, a agência estimou a safra de milho em 13,895 bilhões de bushels, com produtividade de 171,9 bushels por acre.
Outro fator que pesa no mercado, de acordo com a publicação, é o excesso de preocupação sobre a demanda mexicana por milho dos EUA, após as declarações do governo do México contra as culturas biotecnológicas.
Relembre como fechou o mercado na última quinta-feira:
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