PPSA não foi ainda contatada por equipe de transição, diz presidente
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A estatal Pré-sal Petróleo SA (PPSA) não foi ainda contatada pelo governo de transição e segue focada em desempenhar suas funções, disse nesta terça-feira o diretor-presidente da empresa, que representa a União nos contratos de partilha de produção, Eduardo Gerk.
A companhia, que foi criada por governo do PT no passado e também é responsável por vender a parcela de petróleo da União dos contratos de partilha dentre outras funções, chegou a entrar na lista de privatizações do atual governo de Jair Bolsonaro.
Questionado se acredita que os planos de privatização serão cancelados, Gerk evitou responder sobre o tema.
"Essa matéria não me compete, não me perguntem... Minha função como presidente é fazer o melhor pela gestão da companhia. A companhia segue fortalecida, quadro motivado, não tem ninguém aqui desmotivado por conta de uma mudança de governo", disse o executivo, durante evento da companhia.
"Procuro não dar opinião sobre decisão que vem do governo. Aqui temos a política do cumpra-se, então a política que vier do governo federal... a gente atende. A empresa segue firme, sem qualquer percalço... Essa transição será bem suave."
Gerk comentou ainda que há uma expectativa de que um concurso público para a contratação de novos funcionários ocorra até o fim do próximo ano, mas que ainda precisa de autorização.
NOVOS LEILÕES
A PPSA prevê voltar a ofertar petróleo da União ao mercado no primeiro semestre de 2024, próximo do fim de contratos de vendas de volumes dos campos de Mero e Búzios, ambos na Bacia de Santos, no fim daquele mesmo ano, segundo o diretor de Administração, Finanças e Comercialização da PPSA, Samir Passos Awad.
De acordo com o executivo, também deverão ser leiloados na ocasião volumes dos contratos de Sépia, Atapu e Itapu, todos na Bacia de Santos.
Outros dois contratos de venda de ativos estão em curso, para a comercialização de recursos dos campos de Tupi e Sapinhoá, também em Santos. Tais contratos no entanto, só vencem no fim de 2026.
(Por Marta Nogueira)
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