Soja em Chicago trabalha em campo misto nesta 3ª feira e espera novidades
![]()
O mercado da soja segue operando com estabilidade na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (29), porém, passa a atuar em campo misto, testando os dois lados da tabela. Perto de 14h20 (horário de Brasília), as cotações cediam de 0,50 a 1,50 ponto, levando o maio a US$ 14,69 por bushel. A exceção era o julho, que subia 0,25 ponto para US$ 14,73.
Os preços continuam sentindo os efeitos de mix positivos e negativos que influenciam o andamentos dos negócios e sofre para definir uma direção. Afinal, as notícias já são conhecidas pelos traders, que esperam por novidades para intensificar suas movimentações.
Ainda nesta segunda, caem os futuros do farelo e do óleo, devolvendo parte das boas altas da sessão anterior.
Embora ainda preocupado com o aumento intenso e muito rápido dos casos de Covid na China, bem como aos protestos da população contra as severas medidas de restrição - o que mantém pressão sobre as cotações - de outro lado o clima adverso na América do Sul dá espaço aos ganhos e suporte a patamares importantes.
Regiões-chave de produção no Brasil, Argentina e Paraguai sofrem com a falta de chuvas e já começam a indicar redução em seu potencial produtivo. E o mercado espera por uma safra sul-americana saudável para começar a equalizar as relações entre oferta e demanda.
0 comentário
Clima preocupante no Corn Belt, demanda da China nos EUA e geopolítica no foco da soja em Chicago, apesar de leves baixas desta 4ª feira
Soja: Brasil vende 4 milhões de t na semana com preços perto dos melhores momentos do ano
Agricultor do Tocantins é campeão da região Norte no Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja do CESB
USDA confirma venda de 472 mil t de soja à China e movimento contribui para alta em Chicago
Soja opera em alta na Bolsa de Chicago e volta aos US$ 12 impulsionada por clima nos EUA e demanda chinesa
Soja inverte o sinal, fecha positiva e estabelece tendência de alta em Chicago com clima preocupando nos EUA