Governo japonês apresentará indicados a presidente e vices do BC na próxima semana, dizem fontes
![]()
Por Yoshifumi Takemoto
TÓQUIO (Reuters) - O governo do Japão está considerando apresentar ao Parlamento seus indicados para presidente e dois vices do Banco do Japão na próxima semana, disseram três fontes do governo e do partido governista à Reuters nesta terça-feira.
O governo inicialmente planejava apresentar os indicados por volta de 10 de fevereiro, mas o cronograma foi adiado, disseram as fontes sob condição de anonimato devido à sensibilidade do assunto.
O segundo mandato de cinco anos do atual presidente do banco central, Haruhiko Kuroda, termina em 8 de abril. Seus dois vices, Masayoshi Amamiya e Masazumi Wakatabe, terminarão seus mandatos em 19 de março.
A indicação do governo precisa da aprovação de ambas as Casas do Parlamento, o que já está praticamente garantido, já que a coalizão governista tem uma maioria sólida.
O jornal Nikkei informou na segunda-feira que o governo sondou Amamiya, um funcionário de carreira que elaborou muitas das ferramentas de afrouxamento monetário do Banco do Japão, para suceder Kuroda como próximo presidente do banco central.
O primeiro-ministro Fumio Kishida disse a repórteres na segunda-feira que continuará a considerar o melhor candidato para o cargo, sugerindo que nenhuma decisão final havia sido tomada.
"O governo escolherá o candidato mais adequado que pode ser aprovado pelo Parlamento", disse o ministro das Finanças, Shunichi Suzuki, a repórteres nesta terça-feira.
(Reportagem de Yoshifumi Takemoto; Reportagem adicional de Tetsushi Kajimoto)
0 comentário
Dólar fecha em alta ante real após dados de emprego nos EUA
Ibovespa fecha com declínio modesto, mas tem 2ª melhor semana do ano com estrangeiro e cena eleitoral
Setor chinês de terras raras suspende algumas remessas aos EUA, dizem fontes
CNN: Fachin retira pedido para investigar Mendonça do inquérito das fake news
Datafolha: Lula tem 46% contra 44% de Flávio em eventual 2º turno
Trump diz que se Fed não reduzir juros, deixará de fazer negócios com alguns países