Futuros do minério de ferro oscilam enquanto traders avaliam cenário de demanda na China
![]()
Por Enrico Dela Cruz
(Reuters) - Os contratos futuros do minério de ferro oscilaram nas negociações desta quarta-feira, com o índice de referência de Cingapura sendo negociado um pouco abaixo de 120 dólares a tonelada, enquanto traders reavaliavam as perspectivas de demanda de curto prazo na China, maior produtora mundial de aço.
O minério de ferro de referência para março na Bolsa de Cingapura subiu 0,1%, para 121,10 dólares a tonelada, depois de cair 2,5%, a 118 dólares a tonelada, no início da sessão, a mais fraca desde 17 de janeiro.
Na Dalian Commodity Exchange da China, o contrato de maio mais ativo do ingrediente siderúrgico encerrou o comércio diurno com alta de 0,7%, a 848 iuanes (124,99 dólares) a tonelada. Mais cedo, chegou a recuar 1,1%, para 833 iuanes.
O apoio político intensificado da China para o setor imobiliário local em dificuldades e o desmantelamento das restrições estritas da Covid-19 levaram os preços do minério de ferro e do aço a máximas de vários meses em janeiro.
"As perspectivas de uma forte demanda por minério de ferro devido à reabertura da China e várias medidas de apoio ao mercado imobiliário estão bem refletidas na recente alta dos preços do minério de ferro", disseram estrategistas de commodities da ANZ em nota.
"No entanto, os indicadores do mercado imobiliário ainda estão moderados. Embora os desenvolvimentos recentes sejam um bom presságio para a demanda, esperamos que os preços do minério de ferro se consolidem antes do início da demanda sazonal."
(Por Enrico Dela Cruz em Manila)
0 comentário
Alckmin diz que etanol foi único tema explícito em negociação com EUA
Ibovespa fecha quase estável com Petrobras atenuando pressão de bancos
Exterior conduz alta do dólar ante o real em dia de busca por segurança
Lula diz que só falará de tarifaço após manifestação de Trump e que ninguém vencerá o Brasil mentindo
Tarifa de 25% dos EUA sobre produtos brasileiros amplia incertezas para exportadores e reforça necessidade de diversificação de mercados
Durigan diz que não cabe falar em retaliação aos EUA por tarifas, mas governo avalia reciprocidade