Confirmando instabilidade esperada, arábica opera no negativo
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O mercado futuro do café arábica iniciou as negociações desta sexta-feira (17) com desvalorização para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O mercado futuro do café arábica teve uma semana de bastante instabilidade nos preços.
A preocupação com a oferta global do produto dá suporte às cotações ao mesmo tempo que as preocupações com os tratos culturais seguem no radar do mercado. Neste cenário, o produtor segue vivenciando um "sobe e desce" significativo e a comercialização continua mais lenta que em outros anos. "Os cafés brasileiros de boa qualidade a finos continuam sendo vendidos para o exterior com bons ágios frente às cotações na ICE em NY", acrescenta a análise do Escritório Carvalhaes.
Por volta das 08h35 (horário de Brasília), maio/23 tinha queda de 125 pontos, negociado por 179 cents/lbp, julho/23 tinha baixa de 150 pontos, cotado por 178,05 cents/lbp, setembro/23 tinha queda de 130 pontos, valendo 176,85 cents/lbp e dezembro/23 tinha baixa de 135 pontos, cotado por 175,20 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o conilon opera com ajustes técnicos nesta manhã. Maio/23 tinha queda de US$ 8 por tonelada, negociado por US$ 2064, julho/23 tinha baixa de US$ 8 por tonelada, negociado por US$ 2048, setembro/23 tinha baixa de US$ 5 por tonelada, negociado por US$ 2030 e novembro/23 tinha queda de US$ 9 por tonelada, negociado por US$ 2003.
Mercado Interno - Última sessão
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve alta de 2,75% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.120,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 0,88%, negociado por R$ 1.140,00, Machado/MG teve alta de 1,79%, negociado por R$ 1.135,00, Campos Gerais/MG teve alta de 0,89%, cotado por R$ 1.137,00 e Franca/SP teve valorização de 2,56%, negociado por R$ 1.200,00.
O tipo cereja descascado teve alta de 1,70% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.194,00, Poços de Caldas/MG teve alta de 0,81%, negociado por R$ 1.240,00 e Campos Gerais/MG registrou alta de 0,84%, valendo R$ 1.197,00.
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