Com perspectiva de queda na produção da Índia, cotação do açúcar encerra a 2ª feira com valorização na Bolsa de NY
![]()
Na sessão desta segunda-feira (27), os vencimentos futuros do açúcar fecharam com novas altas na Bolsa de Nova York e na de Londres.
O contrato março/23 do açúcar tipo bruto finalizou com valorização de 0,81%, negociado em 22,09 cents/lbp. Já o vencimento Maio/23 registrou alta de 0,62% em que fechou cotado em R$ 20,29, enquanto o contrato Julho/23 encerrou em 19,71 com ganho de 0,48%.
Já na Bolsa de Londres, o preço futuro do contrato Maio/23 do tipo branco encerrou o dia com ganho de 9,30% e cotado em US$ 571,30 a tonelada. O vencimento Agosto/23 registrou alta de 8,10% e foi negociado em US$ 555,50 a tonelada.
Ainda segundo as informações da Reuters, as perspectivas de queda da produção na Índia contribuíram para as altas nos preços do açúcar nesta sessão.
“A Índia deve produzir 33,5 milhões de toneladas de açúcar na temporada até 30 de setembro deste ano, com uma queda de 2,9% em relação à previsão anterior que ficou próxima de 34,5 milhões de toneladas, disse uma importante entidade comercial nesta segunda-feira, depois que o clima desfavorável atingiu a produção de cana”, informou a Reuters.
Mercado interno
No levantamento realizado pelo Cepea, os preços do açúcar apresentaram movimentos de altas distintas no estado de São Paulo. No fechamento anterior, o açúcar cristal ficou precificado em R$ 133,27 por saca e teve ganho de 0,96%.
Já no caso do açúcar Cristal Empacotado registrou queda de 0,23% e precificado em R$ 14,6960/ 5kg. O açúcar refinado amorfo seguiu com estabilidade e em torno de R$ 3,1619 por kg.
0 comentário
Melhora das chuvas na Índia pressiona mercado e açúcar fecha em queda nas bolsas internacionais
Açúcar opera em baixa após avanço impulsionado pelo etanol no Brasil
Brasil amplia mistura de etanol e açúcar fecha em alta nas bolsas internacionais
Açúcar volta a subir nas bolsas e mercado mantém foco nos riscos para a oferta global
Açúcar/Cepea: Negócios pontuais mantêm preços estáveis
Etanol/Cepea: Cotações voltam a recuar com mais força