Diesel recua mais de 3% na 1ª parte de março; gasolina e etanol sobem, diz Ticket Log
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SÃO PAULO (Reuters) - O preço do litro do diesel segue tendência de redução no Brasil, com o tipo comum comercializado em média a 6,33 reais, apresentando recuo de 3,29% na primeira parte de março, de acordo com o Índice de Preços Ticket Log (IPTL).
O diesel S-10 baixou 3,17% no período de 1 a 13 de março e fechou a 6,43 reais por litro.
A região Sul liderou o ranking dos recuos mais expressivos, que chegaram a 4,06% para o tipo comum e a 4,23% para o S-10.
"Com a desoneração para o diesel, que tende a se manter nos próximos meses, o preço do combustível segue tendência de redução", disse Douglas Pina, diretor-geral de Mobilidade da Edenred Brasil, em nota.
"Este cenário se confirma quando analisamos as variações no preço do litro em todos os Estados e no Distrito Federal. Apenas o Amazonas, que vem registrando aumento para todos os combustíveis, apresentou alta de 1,92% para o diesel comum e de 1,59% para o tipo S-10, de acordo com o IPTL", disse ele.
Entre os Estados, Sergipe registrou os recuos mais expressivos --de 6,90% para o diesel comum e de 7,66% para o tipo S-10.
Já as médias mais baixas foram identificadas no Paraná, a 5,72 reais o diesel comum e 5,79 reais o diesel S-10.
Roraima comercializou o diesel mais caro de todo o país, com o comum a 7,69 reais e o S-10 a 7,79 reais.
O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log.
ETANOL E GASOLINA
No caso da gasolina, o preço médio no país foi comercializado a 5,88 reais, um aumento de 9,04% quando comparado a fevereiro.
"A última redução anunciada de 3,93% para a gasolina não foi suficiente para frear os acréscimos ocasionados pela reoneração dos combustíveis e os aumentos foram constatados nas bombas de abastecimento de todos os Estados brasileiros e também no Distrito Federal", disse Pina.
O preço médio do etanol seguiu os ganhos da gasolina e fechou o período a média de 4,60 reais, com acréscimo de 3,81% em relação ao mês anterior.
(Por Roberto Samora)
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