Apoiado no dólar e com fundamentos sólidos, café avança mais de 3% em NY e Londres
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Apoiado na queda do dólar e na preocupação com oferta global do produto, o mercado futuro do café arábica voltou a operar com valorização para os principais contratos no pregão desta terça-feira (11) na Bolsa de Nova York (ICE Future US).
Por volta das 12h04 (horário de Brasília), maio/23 tinha alta de 485 pontos, negociado por 187,55 cents/lbp, julho/23 tinha alta de 500 pontos, cotado por 185,70 cents/lbp, setembro/23 tinha alta de 470 pontos, cotado por 183,50 cents/lbp e dezembro/23 tinha alta de 445 pontos, valendo 181,45 cents/lbp.
Em Londres, o conilon também subia mais de 2% no início da tarde. Maio/23 tinha alta de US$ 94 por tonelada, negoc iado por US$ 2393, julho/23 tinha alta de US$ 51 por tonelada, negociado por US$ 2307, setembro/23 registrava alta de US$ 52 por tonelada, negociado por US$ 2268 e novembro/23 tinha queda de US$ 52 por tonelada, valendo US$ 2229.
Neste mesmo horário, o dólar registrava queda de 1,21% e era negociado por R$ 5,01 na venda. "O dólar acelerou suas perdas e foi abaixo de 5 reais pela primeira vez em mais de dois meses nesta terça-feira, pressionado por um combo de redução de temores fiscais locais, dados do IPCA abaixo do esperado e cenário externo favorável a ativos de risco", acrescenta a análise da agência Reuters.
As notícias continuam indicando um quadro apertado entre produção e consumo, com estoques pequenos e em queda, e consumo mundial em alta, conforme indicou a última análise do Escritório Carvalhaes. Com as altas dos últimos dias, a comercialização do café voltou a ficar mais avançada. Além disso, o setor aguarda pelos números oficiais das exportações do Brasil.
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