Mesmo com queda nas exportações, colheita no Brasil pressiona e arábica abre com baixas
![]()
O mercado futuro do café arábica abriu as negociações desta quarta-feira (14) estendendo as baixas para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). A semana está sendo marcada por pressão nos preços com o avanço da colheita no Brasil. Nas lavouras da região Sudeste, produtores monitoram se as chuvas previstas podem atrapalhar o andamento e a qualidade da safra.
As exportações brasileiras de café totalizaram 2,448 milhões de sacas de 60 kg em maio, gerando receita cambial de US$ 544,8 milhões. Na comparação com o quinto mês de 2022, registram-se recuos de 17,4% em volume e de 22,6% em valor. Os dados são do relatório estatístico mensal do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).
Por volta das 09h15 (horário de Brasília), setembro/23 tinha queda de 105 pontos, valendo 177,60 cents/lbp, dezembro/23 tinha baixa de 80 pontos, cotado por 176,10 cents/lbp, março/24 tinha queda de 80 pontos, valendo 176,20 cents/lbp e maio/24 tinha queda de 100 pontos, negociado por 176,80 cents/lbp.
Em Londres, o tipo conilon também abriu com desvalorização. Setembro/23 teve queda de US$ 7 por tonelada, negociado por US$ 2682, novembro/23 tinha baixa de US$ 9 por tonelada, negociado por US$ 2598, janeiro/24 tinha queda de US$ 3 por tonelada, negociado por U$S 2535 e março/24 tinha queda de US$ 3 por tonelada, negociado por US$ 2510.
0 comentário
Café fecha sexta-feira em alta com recuperação técnica após forte queda e mercado segue atento à oferta global
O potencial e os desafios de Minas Gerais, o Estado que mais produz café no país
Todos os cafés do Brasil estão isentos das tarifas dos Estados Unidos
Mercado do café abre em alta nas bolsas internacionais após forte correção da véspera
Café encerra sessão desta quinta-feira em forte queda com pressão da colheita brasileira
Café amplia perdas nesta quinta-feira com avanço da colheita no Brasil e perspectiva de maior oferta global