Feplana reforça apoio ao cooperativismo canavieiro durante a abertura da safra paraibana
Nesta quinta-feira (20), na presença do senador Efraim Filho e de Plínio Nastari, a Federação dos Plantadores de Cana do Brasil (Feplana) reforçou o total apoio a iniciativa de negócios dos canavicultores nordestinos através do cooperativismo. Na ocasião, durante a abertura da safra da cana na Paraíba, através da palestra de Nastari, o líder da Feplana, Paulo Leal destacou o lançamento da unidade filial da Cooperativa de Insumos Canavieiro (Coaf) naquele estado. Em Pernambuco, a Coaf-Insumos já tem quase 15 anos e oferece produtos a preços competitivos ao setor. E gere a usina sucroenergética em Timbaúba/PE. Na última safra, moeu mais de 1 milhão de toneladas de cana.
Ao tamanho desempenho da Coaf desde a fundação em 2010, com a expansão agora para o estado da Paraíba, Leal aproveitou para agradecer à dedicação de Alexandre Andrade Lima (presidente da Coaf e Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco), presente no evento da Associação dos Plantadores de Cana do Paraíba (Asplan), liderada pelo respectivo presidente José Inácio.
Além do crescimento da Coaf-Insumos, também se ampliam as experiências da Coaf enquanto usina sucroenergética. "Ao invés de uma unidade, está em curso o projeto da criação da primeira central de usinas cooperativadas no Nordeste, agrupando outras usinas cooperativas", realçou Leal em agradecimento a Lima.
A Feplana, que representa cerca de 60 mil canavicultores no Brasil, inclusive nos interesses políticos, aproveitou para agradecer ao senador Efraim por seu PL 3149/20, que moderniza o RenovaBio ao incluir o canavicultor para o recebimento dos CBios, hoje exclusivo para as usinas. O PL ainda tramita na Câmara Federal.
Leal aproveitou, ainda, para dar informes sobre outros temas políticos relevantes ao setor e o trabalho da Feplana neles. Dentre eles, pulverização aérea, COP 27 e a adicionabilidade no Código Florestal, e o projeto da Reforma Tributária. "Este último tem demandado muito trabalho para o reconhecimento das extensões dos tributos. Muitos complementos e regulamentações precisam e deverão ser feitas ao longo deste ano", destacou.
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