Fávaro diz que China pediu lista menor de frigoríficos a serem habilitados para exportação
![]()
(Reuters) - O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse nesta quinta-feira que o governo da China pediu ao Brasil que envie uma lista reduzida de frigoríficos a serem habilitados para exportação de proteína animal ao país asiático, como forma de agilizar o processo de autorização.
Fávaro afirmou, durante reunião interministerial preparatória para sessão plenária da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban) em Brasília, que o governo vai dialogar com entidades do setor de frigoríficos para apresentar uma lista reduzida de plantas a serem habilitadas para que as autorizações saiam ainda neste ano.
"Nós democraticamente apresentamos uma lista de 62 plantas brasileiras prontas para serem habilitadas, (e) uma segunda lista de mais 15 plantas. Eles (a China) manifestaram em maio e reafirmaram a manifestação na semana passada ao nosso embaixador Marcos Galvão que, para facilitar a habilitação de novas plantas, que a lista fosse menor", disse Fávaro.
"Então estamos nessa fase de avaliação, vamos chamar as entidades representativas de classe dos frigoríficos para então reduzirmos essa lista para que possamos sair desse compromisso e termos novas plantas habilitadas ainda neste ano", afirmou o ministro.
A China, maior parceiro comercial do Brasil, é o principal destino para as exportações brasileiras de proteína animal, o que inclui carnes bovina, suína e de frango.
(Por Eduardo Simões)
0 comentário
China derruba embarques de carne bovina em agosto, mas outros mercados compram volume recorde do Brasil
Trump deve assinar decreto relacionado à carne bovina nesta sexta-feira, dizem fontes
Veto da UE pode ter impacto de US$ 392 milhões por ano na pecuária do Paraná
ABIEC se posiciona sobre interrupção das exportações brasileiras de carne bovina para a UE
Exigências da União Europeia ampliam pressão por controle de antimicrobianos na produção animal brasileira
Brasil deve aproveitar cota de carne dos EUA, que mitiga taxa da China, diz Abrafrigo