Pessoas Físicas aumentam sua posição vendida nos futuros de Boi Gordo em 17%, fundos seguem comprando
O Relatório de Comitentes da B3, referente a posição dos contratos de Boi Gordo no dia de ontem (24), continuou mostrando incremento na posição comprada dos fundos, os Investidores Institucionais, praticamente dobrando sua posição desde o relatório do final de julho (27), quando os preços eram negociados acima de R$ 230@, quando possuíam 5.583 contratos comprados para uma posição comprada de 11.136 contratos (+99,5%).
Já os Investidores Não Residentes e as Pessoas Jurídicas Não Financeiras, categoria em que se incluem também os frigoríficos, reduziram suas posições vendidas, realizando assim parte de seus lucros. Os estrangeiros, que na semana passada (17) se encontravam com 666 contratos vendidos, reduziram sua posição para 539 contratos (-19%) enquanto as Pessoas Jurídicas Não Financeiras, reduziram a posição de 1.806 contratos vendidos no relatório da semana passada para 1.593 contratos no quadro divulgado hoje pela manhã (-11,79%).
O destaque desta semana ficou para as Pessoas Físicas, que mesmo com queda de pelo menos 20% nas cotações desde o início de julho, seguem aumentando suas posições vendidas significativamente, só do relatório da semana passada para cá, o aumento foi de 17%, de 6.621 para 7,776 contratos, compreensível no caso de produtores em busca de proteção de preços (hedge), talvez demasiadamente perigosa, no mínimo ousada, para operações especulativas.
Já são 26.731 contratos em aberto, 5,7% a mais que no relatório da semana passada (25.283) e 6,8% que o último Relatório de Comitentes do mês passado, antes da liquidação do vencimento julho, quando havia 25.023 contratos em aberto.
0 comentário
Carne bovina do Brasil tem outros destinos para driblar cota da China, diz Abrafrigo
Novos recursos para o programa de recuperação sustentável das pastagens com o Renova Pasto do Rabobank
Fluxo firme de exportações, carne valorizada no mercado interno e redução na oferta de animais motivam alta da arroba do boi
Capim híbrido mais eficiente nas áreas de semiárido do Brasil, com resistência ao clima e alto valor nutricional
Cenário positivo para arroba do boi conta com demanda exportadora forte, mercado interno com carne valorizada e redução gradativa dos abates
Países mais exigentes em qualidade da carne estimulam frigoríficos a usar tecnologia para medir teor de gordura