Preço do milho na B3 fecha mês de abril com queda de até 3,65%
O preço do milho no contrato maio/24 na B3 encerrou abril com uma redução de 3,65%. O grão iniciou o mês com o valor de R$ 59,50/saca no vencimento, que fechou nesta terça-feira (30) cotado a R$ 57,33/saca.
Nos demais princpais contratos também ocorreram baixas. O julho/24 encerrou abril com redução de 2,93%, cotado a R$ 57,85/saca. O setembro fechou o mês com valor de R$ 59,50/saca, queda de 2,46%. O novembro/24 caiu 1,53% e foi a R$ 62,87/saca.
Mesmo com a redução no mês, os preços do milho ampliaram as altas do dia anterior da B3 nesta terça-feira em três dos principais contratos. Os ganhos aconteceram em dia marcado por queda das principais commodities agrícolas no mercado internacional, incluindo os futuros do grão na Bolsa de Chicago, com perdas de até 3,25 pontos.
O maio/24 subiu 0,58%, cotado a R$ 57,33/saca. O julho chegou a R$ 57,85/saca, alta de 0,7%. O setembro/24, estável, permaneceu em R$ 59,50/saca. O novembro/24 foi a R$ 62,87/sacas, aumento de 0,27%.
De acordo com informações de Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, a B3 está seguindo a lógica. Para ele, o mercado brasileiro está com o milho barato e terá que valorizar o grão no segundo semestre. Segundo o analista, a safra é muito menor que a do ano anterior e haverá uma disputa grande após a colheita.
Principais contratos caem até 3,25 pontos na CBOT
Na Bolsa de Chicago, os preços do milho encerram a terça-feira em baixa nos principais contratos. A única alta foi no maio/24, que subiu 0,25 ponto e foi a US$ 4,39/bushel. O julho caiu 2,5 pontos, cotado a US$ 4,46/bushel. O setembro/24 teve queda de 2,75 e foi a US$ 2,75. A maior queda ocorreu no dezembro24, de 3,25, que passou a valer US$ 4,69/bushel.
Conforme aponto o informativo americano Farm Progress, a queda do milho na Bolsa de Chicago acontece uma vez que a melhoria das condições de plantio podem proporcionar uma produção acima da média.
O economista de grãos da Texas A&M AgriLife Extension apontou para o Farm Progress que melhores condições de cultivo nem sempre se traduzem em maior potencial de lucro, devido à queda do milho no último ano com base nos fatores de oferta e demanda.
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