BCE começa a cortar juros mas batalha contra a inflação continua
Por Francesco Canepa e Balazs Koranyi
FRANKFURT (Reuters) - O Banco Central Europeu reduziu os custos de empréstimos antes níveis recordes nesta quinta-feira, reconhecendo o avanço em sua batalha contra a alta dos preços, mas também sinalizando que a batalha ainda não foi vencida já que a inflação deverá permanecer muito alta até o próximo ano.
A inflação nos 20 países que usam o euro caiu de mais de 10% no final de 2022 para um pouco acima da meta de 2% do BCE nos últimos meses, em grande parte graças aos custos mais baixos dos combustíveis e à normalização da oferta após alguns problemas pós-pandemia.
Mas esse progresso estagnou recentemente e o que parecia ser o início de um grande ciclo de afrouxamento pelo BCE há apenas algumas semanas parece agora mais incerto devido a sinais de que a inflação da zona do euro pode se mostrar instável, como tem sido o caso nos Estados Unidos.
O BCE cortou sua taxa de depósito em 25 pontos-base, para 3,75%, juntando-se aos bancos centrais do Canadá, da Suécia e da Suíça para começar a reduzir alguns dos aumentos mais acentuados de juros usados para domar o aumento da inflação pós-pandemia.
0 comentário
Marinha do Irã afirma ter “controle total” sobre Estreito de Ormuz
Ibovespa amplia série de altas com ajuda da Petrobras, apesar de Warsh
Trump promete medida para acabar com "monopólio nocivo" no setor de processamento de alimentos
Irã apela a países que não apliquem novas sanções dos EUA; mediadores se concentram na reabertura de Ormuz
BC avalia travas para conter endividamento das famílias antes de teto para comprometimento da renda
Brasil abre menos vagas formais de trabalho do que o esperado em julho, com menor saldo mensal do ano